Cofundador Da Nike Doará US$ quatrocentos Mi A Pesquisa

18 Mar 2019 15:04
Tags

Back to list of posts

67d4686f6ed8f3a972b3157bf8c277b5.jpg

<h1>&quot;O Universo &eacute; Rico em Hist&oacute;rias Estranhas&quot;, Alexey Dodsworth</h1>

<p>Um planeta habitado somente por seres de pele negra, iluminado por 6 s&oacute;is batizados com nomes de orix&aacute;s, cuja hist&oacute;ria &eacute; narrada por uma mulher l&eacute;sbica. Esses s&atilde;o alguns dos elementos que o escritor e fil&oacute;sofo baiano Alexey Dodsworth re&uacute;ne no seu segundo livro de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, O Esplendor, publicado pela editora Draco. A segunda obra do autor nesse g&ecirc;nero vem depois do sucesso de 18 de Escorpi&atilde;o, tua estreia pela fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, que lhe rendeu o pr&ecirc;mio Argos 2015 e teve a primeira edi&ccedil;&atilde;o esgotada.</p>

<p>Nos dias de hoje morando em S&atilde;o Paulo, onde estuda Astronomia e cursa doutorado em Filosofia, Dodsworth se prepara para o lan&ccedil;amento oficial do livro em eventos no dia vinte e sete de agosto, no Rio de Janeiro, e 2 de setembro, em S&atilde;o Paulo. Antes disso, o escritor bateu um papo com A TARDE e citou sobre a mistura inusitada de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e mitologia iorub&aacute;, e tamb&eacute;m chegar outros estilos do g&ecirc;nero. O Esplendor &eacute; o seu segundo livro de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.</p>

<ul>

<li>4&ordm;) Mestrado de Ci&ecirc;ncia em An&aacute;lise de Neg&oacute;cios - Institui&ccedil;&atilde;o de Minnesota</li>

<li>Institui&ccedil;&atilde;o de Economia de Londres - Inglaterra</li>

<li>tr&ecirc;s Perspectivas de campanha</li>

<li>2&ordm; ano: cria&ccedil;&atilde;o generalista pr&aacute;tica, com est&aacute;gio de 4 meses ao t&eacute;rmino do ano</li>

<li>Faculdade Federal do Rio Amplo do Sul (UFRGS)</li>

<li>O in&iacute;cio de tudo</li>

<li>2 N&uacute;cleos de Procura e Extens&atilde;o 2.1 NURC - Projeto Norma Urbana Culta</li>

</ul>

<p>Diga a respeito da sua rela&ccedil;&atilde;o com esse g&ecirc;nero. Eu a todo o momento li muito, desde Mais , em Salvador. Nos anos oitenta eu garimpava livros de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. Eu agora gostava do conte&uacute;do. Tal que em 2009 eu entrei no curso de Astronomia da USP. E foi a partir deste clique no pr&oacute;ximo artigo disparou em mim a vontade de publicar fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.</p>

<p>J&aacute; que eu comecei a me deparar com coisas que eu dizia: 'nossa, isto existe? E eram coisas t&atilde;o bizarras e desconhecidas, no entanto que s&atilde;o realidades cient&iacute;ficas, e eu comecei a us&aacute;-las pra escrever os livros. Como, por exemplo, quase ningu&eacute;m sabe que quem descobriu uma g&ecirc;mea perfeita do nosso sol foi um astr&ocirc;nomo carioca. E eu trato disso em 18 de Escorpi&atilde;o, que &eacute; exatamente o nome desta estrela descoberta.</p>

<p>E o que te levou a escolher elementos do candombl&eacute; e da cultura afro pra compor essa nova hist&oacute;ria? Algo que a toda a hora me incomodou no momento em que eu lia fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica ou literatura &oacute;tima brasileira, em geral, &eacute; que a maioria usa elementos da cultura greco-romana e ambienta seus livros nos Estados unidos e pela Inglaterra. E eu penso: 'mas por que algu&eacute;m escreve sobre uma realidade onde, diversas vezes, ela nem pisou os p&eacute;s? Eu imagino que preciso publicar a come&ccedil;ar por uma realidade que eu conhe&ccedil;a, aproveitando elementos de nossa cultura. Eu nasci em Salvador e convivi com essa cultura durante 30 anos da minha exist&ecirc;ncia.</p>

<p>Pois n&atilde;o tenho d&uacute;vida que estava na hora de fazer uma homenagem &agrave; cultura afro, que &eacute; t&atilde;o presente pela cidade. Deste jeito acaba sendo uma homenagem &agrave; Bahia assim como? Sim, &eacute; uma homenagem &agrave; Bahia. Sou de Salvador, apesar de meu nome ser definitivamente esquisito. ]. Vivi a minha vida quase toda a&iacute;. A minha fam&iacute;lia &eacute; estrangeira. Eu descendo de italianos e escoceses.</p>

<p>Contudo ela imigrou pra Bahia no in&iacute;cio do s&eacute;culo http://tecnicascursosvirtuais5.affiliatblogger.com/18940124/puc-sp-abre-inscri-es-pra-cursos-de-p-s-gradua-o . Eu s&oacute; vim para S&atilde;o Paulo com trinta e dois anos. https://www.liveinternet.ru/users/conrad_wiggins/blog#post445315398 modo sem demora eu encontrei que deveria revelar uma hist&oacute;ria com elementos que realizam quota dessa cultura, n&atilde;o por um dever ou obriga&ccedil;&atilde;o, contudo por serem coisas que eu conhe&ccedil;o e que s&atilde;o minhas refer&ecirc;ncias. A hist&oacute;ria se passa no planeta Aphrik&eacute;, onde todos s&atilde;o negros.</p>

<p>Foi uma forma de compor a car&ecirc;ncia de http://www.negociospod.com/s/negocios de etnia negra nas obras de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica? Mais dicas , eu neste instante sabia que todos os personagens seriam negros, entretanto, enquanto eu fazia o livro, n&atilde;o era nem pelo motivo de eu achava que precisava ter notabilidade negra. Era mais pelo motivo de o universo tinha seis s&oacute;is e eu achava cientificamente incorreto um local dessa maneira com pessoas de pele branca. http://dicasredemais74.blog2learn.com/18553697/entende-a-diferen-a /p&gt;
</p>
<p>Todavia depois eu me toquei que era o meu inconsciente trabalhando. Eu queria que o mundo tivesse 6 s&oacute;is pra que as pessoas fossem negras. ]. Foi da&iacute; que veio todo o vontade de escrever um livro com essa tem&aacute;tica e caracter&iacute;sticas. Isso foge do paradigma usual de fabrica&ccedil;&atilde;o de personagens nas fic&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas, correto? Foi assim como o que me levou a fazer isto.</p>

Voc&ecirc; podes ver mais conte&uacute;dos sobre isto clique no pr&oacute;ximo artigo .

Comments: 0

Add a New Comment

Unless otherwise stated, the content of this page is licensed under Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 License